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A CTB recebeu nesta terça-feira (18), em sua sede nacional, a visita do norte-americano Stanley Gacek e do colombiano Carlos Rodríguez, novos representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil. Eles iniciaram um ciclo de visitas às centrais do país, com o objetivo de estreitar os laços de cooperação com as entidades.

A CTB foi a primeira central visitada pelos dois dirigentes, que foram recebidos pela secretária de Finanças, Gilda Almeida, e pelo secretário adjunto de Relações Internacionais, João Batista Lemos.

Gacek disse que é um grande privilégio assumir o cargo de diretor adjunto da OIT para o Brasil. “Acompanhei a evolução do sindicalismo democrático e militante no país desde os anos 80”, destacou. Entre suas prioridades a médio prazo, está a articulação junto ao movimento sindical por conta da Conferência Nacional do Emprego e Trabalho Decente, marcada para maio de 2012. “Nessas reuniões que teremos com as centrais iremos ouvir diretamente suas reivindicações e como estão os trabalhos para a Conferência”, disse.

Rodríguez, por sua vez, destaca o papel que o Brasil e seu movimento sindical têm desempenhado. O dirigente, que já foi presidente da CUT-Colômbia, destaca a necessidade de lutar contra as práticas antissindicais no país, como forma de dar continuidade ao crescimento demonstrado nos últimos anos.

“O Brasil demonstrou, nos últimos anos, que é possível aplicar medidas anticíclicas, distintas daquelas tradicionais do FMI para superar a crise. Demonstrou que era necessário aumentar o consumo interno e o salário para sair da crise”, afirmou. “Agora temos o compromisso total de trabalhar diretamente com o movimento sindical e seus representantes pelas causas do trabalho decente, por mais empregos, mais proteção social, mais diálogo e mais respeito pelos princípios fundamentais da OIT”, sustentou.

Estados Unidos

Gacek também fez uma análise dos movimentos que estão acontecendo na atualidade em seu país natal, os Estados Unidos. Para ele, o que está surgindo é uma expressão democrática, vinda de muitos setores da classe média, dos jovens e também dos trabalhadores. “E obviamente o movimento sindical nos EUA também tem expressado a necessidade de mais investimentos no trabalho decente e numa política de emprego para sair do buraco da crise”, afirmou, em português muito bem articulado.

“O paradigma da desregulamentação do mercado financeiro está desmoronando, a partir da reação popular. As expressões de resistência estão ficando mais sistemáticas. Podemos ver que agora grande parte dos líderes desse movimento tem buscado no movimento sindical uma forma de atrair um continente maior da população”, destacou o dirigente da OIT.

“Acho que o momento é muito interessante. Mesmo que não tenha a participação de toda a massa nos EUA, são manifestações muito honestas, que se refletem na base. Essa efervescência que está surgindo representa um sendo comum da maioria. E acho que Obama agora pode levar adiante com mais força a política de emprego, cujo pacote é também apoiado pelo movimento sindical. Mesmo com a derrota desse pacote no Senado, fica mais clara a necessidade de uma política de emprego mais forte”, finalizou.
Fonte: http://ctbcamacari.blogspot.com/

A CTB  obteve uma grande vitória nesta quarta-feira (19), ao conseguir barrar, na Câmara Federal, a votação do parecer do deputado Roberto Santiago, a respeito da contratação de mão de obra terceirizada no país. Para as duas centrais, trata-se de um projeto de lei que beneficia apenas o empresariado, em detrimento da classe trabalhadora
Em nota divulgada na noite desta terça-feira (18), as duas centrais expuseram sua posição contrária ao Projeto Substitutivo 4330/04, de regulamentação do trabalho terceirizado, apresentado em Comissão Especial sobre o tema pelos deputados Roberto Santiago e Sandro Mabel, pelo fato de essa proposta “não priorizar a defesa e ampliação dos direitos dos trabalhadores e aumentar a precarização do trabalho”.
Diante dessa posição, o secretário de Políticas Sindicais e Relações Institucionais da CTB, Joílson Cardoso, e o deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS), Artur Henrique, para conseguir dos parlamentares o adiamento da votação dessa proposta. Como resultado, conseguiram a garantia de que o referido parecer não será votado em nenhuma das duas próximas sessões.

“Mantivemos a posição de que a atual proposta é prejudicial aos trabalhadores”, afirmou Joílson Cardoso. O dirigente da CTB afirmou que foi possível articular essa negociação junto a deputados do PSB, do PT e do PCdoB. Agora, nesse intervalo até a terceira sessão da Comissão Especial, os líderes desses três partidos mais a CTB irão debater diretamente com o presidente da Câmara, Marco Maia, uma possível revisão na pauta da terceirização, pois o que as centrais defendem é a regulamentação que restrinja e não que amplie a terceirização.

“Foi uma vitória parcial da CTB. Queremos estabelecer uma comissão para que possamos combater a ameaça que significa esse projeto”, disse Joílson, que destacou o papel desempenhado pelo deputado Assis Melo nas negociações. “Trata-se de um verdadeiro guardião dos princípios que nossa Central defende”, destacou.

Anteprojeto das centrais

A proposta defendida pela CTB é clara: apoia o anteprojeto de lei que foi apresentado por todas as centrais, em dezembro de 2009, ao ministro do Trabalho Carlos Lupi, e que neste momento encontra-se parado na Casa Civil.

“Essa proposta de projeto de lei tem como pilares a igualdade de direitos entre trabalhadores terceirizados e trabalhadores diretos e a exigência de responsabilidade solidária por parte da empresa contratante. Apresentaremos esse projeto para ser debatido no Congresso Nacional”, diz a nota assinada pelos presidentes das duas centrais.

Diante da vitória parcial desta quarta-feira, agora a CTB vai preparar uma grande mobilização para a segunda semana de novembro, com vistas a conquistar avanços nessa questão. “Nesse período, esperamos estabelecer um bom diálogo com as demais centrais, no sentido de trazê-las para essa batalha e defender o anteprojeto que elaboramos junto ao Ministério do Trabalho”, disse Joílson Cardoso.

Fonte: http://ctbcamacari.blogspot.com/

Os trabalhadores brasileiros deixam de receber por ano R$ 20 bilhões em horas extras sonegada pelos empregadores. O principal motivo, segundo a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), seria a manipulação dos registros da jornada pelas empresas. “O brasileiro trabalha muito mais do que 44 horas semanais e nem recebe por isso”, disse o desembargador Luiz Alberto de Vargas, diretor da entidade.

A implementação de ponto eletrônico nas empresas, para registrar a hora de entrada e saída dos funcionários, ajudaria a coibir a sonegação. Centrais sindicais e ministério do Trabalho tentam há tempos impor essa obrigação às empresas, por meio de uma portaria do próprio ministério. Mas entidades patronais têm resistido, e o governo acaba recuando. A previsão hoje é que entre em vigor em janeiro.

“O ponto é solução para a questão das horas extras dos trabalhadores, por garantir proteção ao trabalhador e segurança jurídica às empresas”, diz a secretária de Inspeção do Trabalho do ministério, Vera Albuquerque.

O não pagamento de hora extra subtrai dinheiro não apenas dos trabalhadores, mas do cofres públicos também, já que uma parte da remuneração vai para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Esse dinheiro poderia estar financiando a construção de casas populares”, diz o auditor fiscal do Trabalho Vandrei Barreto de Cerqueira.

Ele acrescenta um dado ainda mais dramático decorrente de uma jornada de trabalho longa, além da não remuneração. Três brasileiros morrem em média por mês, graças à sobrecarga. “Nos últimos cinco anos, tivemos 430 acidentes de trabalho causados por sobrejornada, dos quais 167 foram fatais”, afirmou.

As centrais sindicais têm pressionado o Congresso a votar a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas. Dominado por empresários – 45% dos parlamentares são patrões, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) -, o Congresso tem ignorado apelo.

A adoção do ponto eletrônico foi discutida na última segunda-feira (10) em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado. Representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no debate, Paulo Rolim disse que o setor não está preparado para arcar com os custos do ponto eletrônico (cerca de R$ 1,2 mil por unidade).

Fonte: Agência Carta Maior 20/10/2011

Mediação realizada terça-feira dia 18 no Ministério Público com a Ford e Sindicato
O Ministério Público do Trabalho iniciou na tarde dessa terça-feira dia 18, a mediação nas negociações com a Ford e o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari. O Sindicato espera que com a intervenção do Ministério Público do Trabalho a Ford venha flexibilizar e acordar os pontos que estão pendentes com os trabalhadores. Hoje nas negociações, o Sindicato Cobrou a Ford o pagamento do abono que já é praticado no complexo Ford há dois anos 2009-2010 e da PLR. O MTP também foi esclarecido dos detalhes das negociações referente ao abono e a PLR. Também outros pontos importantes foram lembrados ao MPT que estão pendentes. O Sindicato deixou bem claro para Ford, que vai querer cobrar uma premiação para os trabalhadores no que se refere à nova jornada, isso se a nova jornada for aprovada pelos trabalhadores em assembléia.

A Ford na mesa colocou como já era esperado, uma questão fundamental para ela, a nova jornada de trabalho. O sindicato deixa bem claro, não vai flexibilizar direitos principalmente no que se refere a 40 minutos de almoço. “Não vamos aceitar um tempo tão pequeno para os trabalhadores engolir a comida e ainda passar mal na linha de produção” diz a direção do Sindicato.

Estaremos fazendo assembléias na porta da fábrica e informando aos trabalhadores o rumo das negociações no Ministério Público do Trabalho.  Queremos informar aos trabalhadores que as reuniões estarão acontecendo e vão ser decisivas para todos os trabalhadores do Complexo Ford.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari (DITS)
18/10/2011

AGeneral Motors anunciou hoje um programa de demissão voluntária em sua fábricade São José dos Campos. A empresa, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos local,justificou a medida como forma de “adequar o nível de produção”.

Em nota, a montadora informa que decidiu abrir um novoprograma “para os empregados mensalistas de toda a empresa e horistas dafábrica de São José dos Campos”, mas não fornece o número de desligamentosque pretende fazer. A fábrica de São José tem cerca de 9 mil funcionários eproduz os modelos Corsa, Meriva, Classic, Zafira, S10, Blazer e kitsdesmontados para exportação, além de motores e transmissões.
Conforme a GM, as razões que levaram à aberturado programa “são baseadas na intensa competitividade do mercado brasileirode automóveis, além dos crescentes custos de mão de obra, matérias-primas einsumos em geral, além de uma concorrência assimétrica gerada entre outrosfatores por uma guerra cambial”.
A montadora informa ainda, na nota, queacredita estar assegurando a continuidade de seus projetos futuros, de formasustentável e competitiva. “São medidas contraditórias, que nãorepresentam a realidade vivida hoje pela fábrica. A linha de produção estámantendo seu ritmo de 850 veículos por dia. Para se ter uma ideia, ostrabalhadores estão sendo chamados para fazer horas extras aos sábados”,afirma o presidente do Sindicato.
18/10/2011
Fonte: Jornal IG


Há alguns dias, as lideranças da área da Qualidade da FORD em especial no turno da manhã, vem tomando algumas posturas equivocadas no modo de resolver os problemas que tem acontecido na referida área. Todo e qualquer entrave, que na visão deles venha desagradar suas convicções que são influenciadas por um regime capitalista insano, tem como conseqüência a punição e a perseguição.

Pergunta:
Será que a mudança da Supervisão, com a benção do gerente  esta influenciando na mudança de postura do MA e dos Coordenadores?
Estamos atentos ao que tem acontecido em toda a fábrica e em especial na Qualidade, nada justifica as ações que estão sendo impostas para alguns trabalhadores enquanto outros desfrutam de até tentativa de promoção por debaixo do pano. 

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari está atento as movimentações e não aceita a forma em que estão sendo conduzidas as mudanças na Qualidade da FORD.

Assistam nosso clip na TVMetal e reflitam!

18/10/2011
Neste domingo 16, aconteceu a última rodada da primeira fase do Campeonato de Futebol dos Metalúrgicos. Destaque para a goleada do time da DHL em cima da FORD.
DHL 6X2 FORD. Parabéns ao time da DHL que vem se destacando neste campeonato.