Arquivo da categoria ‘Negociação Data Base 2011’

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari protocolou nessa manhã dia 11, a solicitação da reiteração do pedido já feito em mesa de negociação do pagamento do bônus já praticado no período de 2009 e 2010 no complexo Ford em Camaçari Bahia e igualmente em todas as plantas da Ford no Brasil.
Estaremos exigindo da Ford o cumprimento do bônus que já é pago desde 2009.

Veja o protocolo e clique na imagem para ampliar:


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari
11/10/11

Depois da Ford acatar com a mediação do Ministério Público do Trabalho referente aos 9% da data base da categoria Metalúrgica da Bahia, chegou a hora de brigarmos pelo nosso bônus. Os Metalúrgicos do Complexo Ford não abrem mão do bônus pago em  outras montadoras do país e já praticado no complexo Ford nos anos de 2009 e 2010. “O primeiro passo foi dado agora queremos nosso bônus.” Afirma os diretores de Base juntos com os trabalhadores.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari
08/10/2011

Ford vai cumprir com a mediação do MPT e estará pagando o reajuste da data base do Complexo Ford em Camaçari na Bahia. Em cumprimento da mediação solicitada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari ao Ministério Público do Trabalho, a Ford comunicou na manhã dessa sexta feira dia 7, aplicação dos 9% referente ao aumento salarial da data base 2011, a empresa se comprometeu também a pagar todos os seus retroativos ao período de 1 julho, isso inclui também as férias. O Sindicato estará atento e fiscalizando esse cumprimento. Segundo a empresa, o pagamento será disponibilizados no dia 30 de outubro.

Queremos lembrar que a luta ainda não terminou, pois faltam pontos importantes a serem fechados como: Bônus sobre data base, PLR (participação de lucros e resultados) incremento no valor da data base.
O Sindicato sempre estará lutando pelos interesses dos trabalhadores!!!

 
07/10/2011


A proposta costuradana terça dia 4 prevê reajuste de 6,87% a partir de agosto (data-base dacategoria). Os R$ 80,00 seriam pagos neste mês. Com isso, o abono de R$500aventado pela empresa deixaria de fazer parte da proposta. Os Correiosofereciam inicialmente o reajuste a partir de janeiro e o aumento linear, emjaneiro de 2012.


Sobre o impasse relativo aos diasde paralisação, a estatal aceitava descontar o valor de forma parcelada. Seisdos 21 dias já abatidos dos salários serão inicialmente devolvidos eposteriormente descontados em até 12 parcelas a partir de janeiro do ano quevem. O trabalhador que quiser pode optar pelo desconto em prazo menor.


Os demais 15 diasparados serão compensados com períodos extras de trabalho, para colocar oserviço em dia após três semanas. Se a greve realmente acabar, no próximo fimde semana já pode haver expediente adicional. A compensação não podeultrapassar a segunda quinzena de maio de 2012.

Representantes dos trabalhadores eda Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) alcançaram termos de umacordo nesta terça-feira (4) durante audiência de conciliação no TribunalSuperior do Trabalho (TST). Se a proposta for aprovada em assembleia por pelomenos 18 dos 35 sindicatos filiados à Fentect, federação da categoria, aparalisação será encerrada em todo o país na quinta (6).

Foram quatro horas de sessão, presidida pelavice-presidente da corte, a ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi,com quatrointervalos. A audiência transformou-se em uma negociação aberta com pausas paraque detalhes alterados fossem avaliados pelos dirigentes sindicais e porrepresentantes da estatal. O debate esmiuçou questões específicos da proposta ehouve divisão entre os membros do comando nacional dos grevistas – parte aindamanteve-se contra o acordo.

Segundo José Rivaldo da Silva, secretário-geral daFentect, federação dos trabalhadores da categoria, ainda que a maioria dosdirigentes sindicais concorde, será necessária a aprovação em assembleias defuncionários dos Correios dos 35 sindicatos associados. Pelo estatuto dafederação, é necessário que metade mais um dos filiados aprove o fim daparalisação para que a greve acabe em todo o país.

Durante a reunião, o sindicalista deixou claroque, para haver acordo, seria necessária uma proposta de aumento real (acima dainflação) de imediato e não apenas em janeiro, como a empresa oferecia. Paraisso, os trabalhadores abriram mão do abono de R$ 500. A ECT propôsinicialmente pagamento parcela dos R$ 80, concordando posteriormente como  pagamento em uma só vez, após várias consultas à direção.

Por ser condicionada ao fim da greve, a propostatem eficácia suspensiva, conforme explicou a ministra. Ela comandou os ajustesna proposta formulada pela empresa para tentar alcançar um acordo.

06/10/2011
Fonte: Mundo sindical

AFord encaminhou uma petição ao Ministério Público do Trabalho (MPT) requerendo adilatação (prorrogação) do prazo, por mais dois dias, para apresentar umposicionamento, que segundo a Ford ela não teve tempo hábil para que todas asempresas fossem comunicadas sobre os termos da petição. Na Mediação nº001690.2011.05.000/8 da ultima sexta-feira dia 30, realizada no MPT a procuradoraafirmou a disposição do cumprimento da data base da categoria esperando a posiçãoà resposta da Ford até hoje dia 4. O Sindicato aguardará o posicionamento favorávelou não do MPT sobre o pedido da petição da Ford. 


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari
04/10/2011
O Ministério Público do Trabalho reafirmou o que o Sindicatodos Metalúrgicos de Camaçari vem falando desde a crise provocada pelo ComplexoFord ao final da campanha salarial. Em audiência no MPT, nesta sexta-feira (30), em Salvador, a ProcuradoraSéfora Graciana, que mediou o encontro, ratificou que a montadora precisacumprir a Convenção Coletiva da categoria, ou seja, adotar o reajuste salariale todos os outros pontos previstos no acordo da database.
No entanto, na oportunidade, a Ford voltou a argumentar quea database e outros direitos devem ser discutidos em um “pacote”. Por outrolado, os dirigentes sindicais disseram que as negociações específicas, sejam dedireitos sociais ou econômicos, devem ser respeitadas. Ainda de acordo com osdiretores, bônus, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e incremento novalor da database, por exemplo, são questões independentes de qualquer pacote.Aliás, é preciso destacar que o Sindicato vem buscando discutir esses temas coma empresa. Mas, os trabalhadores não podem ser desrespeitados e a Ford caminharpela ilegalidade.
Depois de ouvir as duas partes, a Procuradoria propôs, naata de audiência, que “a empresa passe a observar o cumprimento da CCT em suaintegridade, inclusive as consequências retroativas, a medida que sejadiscutido o acordo coletivo e paralelo no âmbito desta PRT”. Ou seja, que aFord cumpra o acordo da database e que as outras negociações sejam feitas sobmediação. É importante deixar claro também que o “retroativo” dito pela Procuradoriaincide em todas as verbas pagas a partir de 1º de julho. 
O Sindicato acatou a sugestão da Procuradoria prontamente.Já a Ford deve se manifestar sobre a proposta ao Ministério Público doTrabalho, através de um documento, nesta terça-feira (4).
30/09/2011
Fonte: Sindicato dos Metalurgicos de Camaçari

AMediação da Ford no MPT, que estava marcada para hoje 27/09, ás 17:00,

foi adiado pelo Ministério Público do Trabalho paradia 30/09, sexta-feira às 14:00.


Certidão enviada pelo MPT via fax, clique na imagem para ampliar:


27/09/2011