Arquivo da categoria ‘Assédio Moral’

Na manhã de terça-feira dia 4 na portaria principal da Ford Camaçarina Bahia, um funcionário de nome Clodoaldo de Novais Ferreira de 39 anos, portadorde necessidades especias que trabalha na empresa CAURÉ (Empresa cauré é umaempresa de limpeza que é representada pelo SINDILIMP-BA Sindicato dosEmpregados de Limpeza) chegou ao desespero total, pela irresponsabilidade daempresa que não deu nenhum auxílio a sua situação.

 

Há mais de quatro anos Novais presta serviços a CAURÉ empresa contratadapela Ford, nas áreas de limpeza convencional. O funcionário chegou ao extremopara chamar atenção da sua condição atual, por alegar que a empresa nãodepositou seus salários referentes aos meses de Agosto e Setembro. Também otrabalhador foi encaminhado ao INSS pala empresa, onde ele no INSS não assinounada e não tem informação alguma sobre sua atual situação na previdência social.Ele revoltado passando dificuldades chegou ao extremo de acorrentar-se e dizer:Que só sairia de lá se o caso dele fosse resolvido. Até o presente momento, nenhumrepresentante da empresa teve a coragem de pronunciar-se referente ao fato enem apareceu no local do fato.

 

Clodoaldo encontra-se em desespero total, pois ele mora de aluguel ondepaga R$140,00 por mês e R$100,00 de cesta básica para atual situação, ele sórecebeu R$ 67,80 referente ao mês de setembro. É muito lamentável o trabalhadorchegar a esse extremo. A empresa é responsável e deve pagar pela sua incompetênciae descaso.

 

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A empresa Voith que é responsável pelo contrato da Cauré, informou ao Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, que já providenciou o pagamento junto a Cauré dasparcelas pendentes do salário referente ao problema do trabalhador.


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari
05/10/2011
A Gamesa, empresa de geraçãode energia eólica que está situada perto da Fábrica da Tigre, tentou com todasas forças acabar com a assembléia realizada hoje pela manha (29) as 06h15min.

O fato ocorreu quandoa gerente de Rh e o gerente de produção tentaram com uma forma ditatorial eprepotente interromper a assembléia dos trabalhadores realizada pelo sindicato, os prepostos da empresa assediaram os trabalhadoresdizendo que a assembléia deveria acabar logo por que a produção da Gamesa nãopoderia parar. O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Júlio Bonfim rebateu aameaça e colocou muito claro “ou os prepostos da empresa saiam do meio dostrabalhadores e parassem com o posicionamento de assédio moral, ou os trabalhadoresnão entrariam na fábrica e a fábrica não produziria nada!”. Os mesmos retiraram-see à assembléia continuou acontecendo até o final. “A Gamesa parece que está emoutro mundo, achando que aqui é a Espanha e pode fazer o que ela bem entende, caiudo cavalo, os trabalhadores estão unidos para lutar pelos seus propósitos e osindicato não vai admitir nenhuma retaliação contra os trabalhadores” diz Bonfim.

A Gamesa é uma empresaespanhola no ramo de energia eólica que está fazendo 6 meses de início deoperação no município.

O sindicato tem comoprincipal objetivo, a pauta: Redução da jornada de trabalhado sem redução de salário,PLR participação dos lucros e resultados, plano de cargo e salário, melhoria dotransporte e a relação interpessoal entre empresa e trabalhador que hoje infelizmentemostrou o lado carrasco e desrespeitoso da empresa.


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari
29/09/2011

Autometal fundo de quintal!

Publicado: 14/09/2011 em Assédio Moral
Mais umavez a Autometal fundo de quintal sai na frente em reclamações, nesta última semana de trabalhoela simplesmente colocou todos os trabalhadores para fazer periódico novamente,haja vista que já haviam feito no decorrer do ano, e o que é pior em um ônibusde uma determinada clínica (humanas) de Camaçari caindo aos pedaços, com a temperatura quentee expondo os trabalhadores a vários constrangimentos. O Sindicato dosMetalúrgicos de Camaçari pergunta, o que a Autometal está pretendendo comisto? 

Existe informação que a Autometal fundo de quintal, ameaça os trabalhadores dizendo que no retorno das férias acontecerá demissões.

OSindicato exige que os trabalhadores sejam tratados com respeito e dignidade.


14/09/2011

A Plásticos Yuwei e Hardware Produto Company Ltd em Dongguan, China produz autopeças para exportação para a Ford, junto com outras montadoras importantes.

Trabalhadores aqui ganhar um salário base de apenas 80 centavos por hora, durante o trabalho de 14 horas turnos, sete dias por semana. Durante a temporada de pico, os trabalhadores trabalham 30 dias por mês, muitas vezes mergulhado em seu próprio suor. Se um trabalhador faltar um dia, ele vai ser encaixado salários de três dias como punição.
Estes trabalhadores operam máquinas perigosas sem receber nenhum treinamento ou instruções de segurança quando eles são contratados. Estas máquinas perigosas têm um dispositivo de monitoração de segurança de infravermelho que irá parar automaticamente as máquinas se a mão de um trabalhador fica no caminho. No entanto, em 13 de março de 2009, 21 anos de idade “Trabalhador A” teve três dedos e juntas várias arrancadas de sua mão esquerda, quando foi preso sob um maching stamping. A administração tinha ordenado o jovem trabalhador para desligar o dispositivo de monitoramento de segurança de infravermelho de modo que o poderia trabalhar mais rápido. O trabalhador recebeu uma remuneração total de $ 7.430 para a perda de três dedos, tornando a mão inoperante na idade de 21.
Em os EUA, uma lesão similar resultaria em 144.292 dólares em compensação.
Lesões como Worker A são muito comuns na fábrica Yuwei, e sabemos de pelo menos quatro ferimentos nas mãos muito graves ao longo dos últimos cinco anos na fábrica. Em 2005, um trabalhador perdeu a palma e dedos. Em 2007, março e abril, dois trabalhadores sofreram perda de dedo muito sério. Um trabalhador teve uma lesão grau 10, o que significava a sua mão nunca iria funcionar novamente. Durante os períodos de pico, os trabalhadores relatam que existem vários outros “menores” lesões a cada mês.
Depois de ferimentos graves, os trabalhadores são transferidos para outro departamento, em seguida, disparou um ou dois anos depois e enganados de pagar Separação legal.
Enquanto milhões de defensores da democracia estão lançando protestos em todo o Oriente Médio e Norte da África, os trabalhadores na fábrica Yuwei nunca ouviu falar a palavra “união” e não têm idéia do que uma união é ou como poderia ajudá-los.
Estes trabalhadores, fabricação de produtos Ford para exportação para os EUA, merece o seu salário legal, treinamento de segurança e monitoramento, e aderência a padrões de direitos dos trabalhadores locais e reconhecidos internacionalmente.
 
Confira nossa página de campanha para obter mais informações, incluindo um relatório completo em PDF, uma petição para a Ford, e as últimas atualizações sobre a situação.

Fonte: Através de denúncia feita no blog. http://www.pittsburghhumanrights.org/profiles/blogs/dirty-partswhere-lost-fingers?xg_source=activity

O RH do Complexo Ford precisa se posicionar com relação ao absurdo que está acontecendo em sua área de recrutamento interno. São várias as denúncias afirmando que para ser promovido na Ford é preciso ser muito amigo do “chefe”. Na área da QUALIDADE por exemplo, alguns amiguinhos do então “líder” da área, foram convocados a fazer uma triagem inclusive entrega de curriculum, para ocupar uma possível vaga no escritório. O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari não permitirá que um absurdo deste aconteça. Isto é falta de respeito para com os trabalhadores que tem 10 anos de empresa.

Trabalhadores denúncia assédio moral na FERROLENE do Complexo Ford. “O fato é grave! Iremos nos deslocar até esta empresa.” Comenta um diretor Sindical da base.

Denúncie e ajude o sindicato a fiscalizar o seu ambiente de trabalho.
O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, recebeu denúncia na manhã desta quinta feira (01), que um gerente da empresa DUPONT, empresa parceira da FORD estaria assediando moralmente os trabalhadores de demissão por justa causa. O sindicato informa a este suposto “Gerente” que demissão por justa causa só se aplica em caso e roubo ou agressão. “É preciso que as lideranças do Complexo Ford entendam que aqui tem sindicato presente todos os dias e não vamos admitir este tipo de comportamento. Vamos noticiar este fato e todos os outros que por ventura aconteça.” Afirmou o diretor sindical.